Dirigentes e ativistas do PEV reuniram com os Bombeiros Municipais de Coruche e com o Executivo da Junta de Freguesia do Couço, para conhecimento dos factos sobre o incêndio, que ocorreu no final do mês passado, em Vale de Sobreiras, consumindo perto de 500 hectares de floresta e matos.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Verdes atentos aos Incêndios no Distrito de Santarém
O Partido Ecologista Os Verdes e o seu Coletivo Regional têm acompanhado atentamente os incêndios no distrito de Santarém e iniciam amanhã a primeira de um conjunto de visitas pelas zonas afetadas do distrito.
Sublinhamos que o distrito de Santarém era o que apresentava, aquando do balanço do 1.º período da fase “Charlie” (1 de julho a 30 de setembro) do DECIF, a 2.ª maior área ardida do País.
A primeira zona afetada a ser visitada será o Concelho de Coruche onde lavrou um incêndio que consumiu perto de 570 hectares de florestas e matos.
A delegação do PEV será composta pelas dirigentes nacionais Manuela Cunha e Sónia Colaço e por outros elementos do Coletivo Regional de Santarém.
Programa
10h – Reunião com os Bombeiros Municipais de Coruche;
12h – Reunião com a Junta de Freguesia do Couço.
O Partido Ecologista Os Verdes
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
11 de agosto de 2016
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sexta-feira, 29 de julho de 2016
Os Verdes, solidários com ambientalista da SOS Tejo, condenam ataque ocorrido em Torres Novas
Os Verdes, solidários com ambientalista da SOS Tejo, condenam ataque ocorrido em Torres Novas
O Coletivo Regional de Santarém do Partido Ecologista “Os Verdes” está solidário com o ativista da SOS Tejo que, na passada segunda-feira, dia 25 de julho, foi aparentemente vítima de um ataque, em conjunto com o seu filho, junto à Ribeira da Boa Água afluente do Rio Almonda, no concelho de Torres Novas, no momento em que observava e registava as condições degradantes da Ribeira.
A confirmar-se este incidente conforme foi descrito na comunicação social, “Os Verdes” só podem lamentar e repudiar veemente tais facto que colocaram em causa a integridade física das pessoas envolvidas, pai e criança, a sua segurança e dos seus bens, mormente quando a sua motivação era a denúncia ambientalista ativa das diversas situações que, ao longo dos anos, têm contribuído para que a poluição no Rio Tejo e seus afluentes seja ainda uma realidade preocupantemente constante.
De acordo com a comunicação social o caso irá avançar para a Justiça, pelo que aos Verdes cabe deixar funcionar as instituições e prestar solidariedade para com todos os que defendem a natureza de modo geral, e os recursos ribeirinhos e o Tejo em particular, na convicção de que a participação livre e ativa de todos ajudará a solucionar os problemas que afetam a poluição dos recursos ribeirinhos, pelo que estaremos atentos a todas as denúncias e situações que ocorram de futuro.
28 de julho de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Tomar - Verdes querem retirada urgente de Amianto da Escola Básica 2,3 Gualdim Pais
A deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre a presença de amianto nas instalações da Escola Básica 2,3 Gualdim Pais, em Tomar, que se encontra em estado avançado de degradação, sendo necessário urgentemente, obras de arranjos e manutenção, assim como a remoção de várias coberturas em amianto, que fazem parte da construção dos espaços escolares.
Pergunta:
O Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes (PEV) tomou conhecimento, que na Escola Gualdim Pais, pertencente ao Agrupamento de Escolas Templários, existe a presença de grande quantidade de amianto nas suas instalações escolares.
Sabemos que o Amianto é uma substância constituída por feixes de fibras, que podem ser facilmente inaladas ou engolidas e que de forma prolongada podem causar graves problemas de saúde, nomeadamente, doenças graves incluindo câncer de pulmão, mesotelioma, easbestose (um tipo de pneumoconiose), sendo classificado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), como substância incluída no grupo principal de cancerígenas.
Em Portugal, foi proibida a utilização/comercialização de amianto e/ou produtos que o contenham a partir de 1 de janeiro de 2005, de acordo com o disposto na Diretiva 2003/18/CE transposta para o direito interno através do Decreto-Lei nº 101/2005, de 23 de junho.
Segundo informação da DGS (Direção-Geral da Saúde), a remoção de materiais contendo amianto deve ser cumprido, de acordo com o Decreto-Lei nº 266/2007, de 24 de julho, “relativo à proteção sanitária dos trabalhadores contra os riscos de exposição ao amianto durante o trabalho. É ainda obrigatória a notificação à Autoridade para as Condições de Trabalho das atividades no exercício das quais o trabalhador está, ou pode estar, sujeito a exposição a poeiras ou partículas de amianto ou de materiais que contenham amianto”.
A comissão de Utentes e elementos do Partido Ecologista Os Verdes foram visitar o local e após ter consultado a comunidade educativa, conseguiu apurar que a escola Gualdim Pais de Tomar encontra-se em estado avançado de degradação, sendo necessário urgentemente, obras de arranjos e manutenção, assim como a remoção de várias coberturas em amianto, que fazem parte da construção dos espaços escolares. Como se trata de uma escola com crianças expostas diariamente a esta substância, configura-se como uma situação prioritária.
A Comissão de Utentes tem denunciado em várias ocasiões esta situação, sendo realizados vários pedidos de marcação de reunião com o vereador da Câmara Municipal de Tomar, responsável pelo pelouro, no sentido de se obter uma resposta para este problema, sem qualquer resultado.
Como não se consegue saber se foram realizadas diligências para a resolução da situação, venho, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicitar ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta a presente Pergunta ao Ministério da Educação, de modo a que me possam ser prestados os seguintes esclarecimentos:
1. O Ministério da Educação tem conhecimento do estado de degradação e necessidade de intervenção da Escola Gualdim Pais, Agrupamento de Escolas Templários de Tomar?
2. O Governo confirma que este edifício escolar tem na sua construção grande quantidade de amianto, que precisa de ser removida?
3. Se está prevista a remoção de materiais com amianto do edificado deste estabelecimento escolar? Se sim, para quando?
O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
Lisboa, 27 de junho de 2016
O Coletivo de Santarém de "Os Verdes" na manifestação pelo encerremanto da Central Nuclear de Almaraz
Alguns activistas do Coletivo Regional de Santarém do Partido Ecologista «Os Verdes» marcaram presença na manifestação ibérica pelo encerramento da central nuclear de Almaraz. A manifestação decorreu em Cáceres, tendo sido promovida pela plataforma que agregava vários partidos políticos e associações ambientalistas, tanto portuguesas como espanholas.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
«Os Verdes» apelam à participação na Acção Pública das Comissões de Utentes
Pela melhoria da prestação
de cuidados de saúde
no hospital e centros de saúde!
Frente
ao Hospital Distrital Santarém
15 de
Junho (quarta), às 18,30 horas
Pela
humanização dos cuidados de saúde!
Em
defesa do SNS, melhor organização e mais profissionais, são precisos!
MUSP do distrito Santarém
e estruturas de utentes da
Lezíria
Email: muspsantarem@gmail.com
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Os Verdes recomendam Cuidados de Saúde de proximidade na Região do Médio Tejo
Os Verdes entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo que dote o Centro Hospitalar do Médio Tejo com profissionais de saúde e meios materiais capazes de garantir a qualidade dos serviços de saúde de forma a garantir serviços de urgência médico-cirúrgica, de medicina interna e de pediatria nas três unidades hospitalares da região.
A reorganização do CHMT, ocorrida em 2012, levou à concentração e divisão de serviços pelas unidades hospitalares, com a sequente perda de valências, designadamente as urgências médico-cirúrgicas em Tomar e Torres Novas, colocando em causa o direito das populações ao acesso a cuidados de saúde de proximidade e qualidade.
Acresce a falta de médicos de família e o encerramento de extensões de saúde no ACES Médio Tejo, dificultando a necessária articulação entre os cuidados de saúde primários e hospitalares, comprometendo não só a vida dos utentes, mas também as condições de trabalho dos profissionais de saúde da região.
O Grupo Parlamentar Os Verdes
24 de abril de 2016
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