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quinta-feira, 20 de junho de 2013

21 e 22 de Junho - Conselho Nacional de “Os Verdes” reúne em Santarém


O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, órgão máximo do PEV entre congressos, reunirá no próximo dia 22 de Junho, sábado, no Centro Cultural Regional de Santarém (Fórum Mário Viegas), onde analisará a situação política nacional, internacional e regional e onde serão também definidas estratégias para as próximas eleições autárquicas.

Como habitualmente, uma delegação do Conselho Nacional fará, no dia anterior, 21 de Junho, um conjunto de contatos e iniciativas no Distrito de Santarém, de acordo com o programa especificado abaixo.

Para dar conta das conclusões da reunião do Conselho Nacional, e também das visitas de sexta-feira, “Os Verdes” convidam as Sras. e os Srs. jornalistas para uma conferência de imprensa, que se realizará no sábado, dia 22 de Junho, 16:30h, no Centro Cultural Regional de Santarém.

Programa

Sexta-feira, 21 de Junho
09.30h – Reunião com Associação PROVE (Casalinho, Alpiarça)
11.00h – Reunião com a Confederação de Agricultores de Portugal (Centro Nacional de Exposições, Quinta das Cegonhas, Santarém)
15.00h – Reunião com FAD, Produtores de melão e tomate (Santarém)
16.30h – União de Sindicatos de Santarém (Santarém)

Sábado, 22 de Junho
Reunião do Conselho Nacional do PEV
16.30H – Conferência de imprensa para dar conta das conclusões da reunião e também das visitas – Centro Cultural Regional de Santarém (a seguir à Rua Doutor Luís Martins, entre o Largo Padre Chiquito e o Largo do Seminário)

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
www.osverdes.pt
Lisboa, 20 de Junho de 2013

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Produzir e Consumir Local


Produzir e consumir local – uma chave para o desenvolvimento

Eleições decorridas, em marcha “os preparativos” para tomada de posse da Assembleia da República, o PEV forma Grupo Parlamentar e é tempo de começar a propor soluções para este país.

Uma das temáticas que os Verdes levarão ao novo Parlamento, prende-se com o incentivo ao consumo local e à produção nacional.

Este país, mal governado como tem sido, tem um défice alimentar de mais de 70%, atingindo um valor superior a 3 mil milhões de euros e concorrendo directamente para o engrossar da nossa dívida.

A perda de solo agrícola útil tem sido uma constante, com efeitos bastante preocupantes do ponto de vista do despovoamento, da desertificação e do abandono de áreas fundamentais para o desenvolvimento e auto-sustentação do país. Isto para além do crescimento do desemprego com contributo directo desta área, que viu desaparecer mais de 300 mil pequenas explorações agrícolas nos últimos 20 anos, ao que não é alheio o facto das ajudas à produção estarem sobejamente mal distribuídas, levando a que 3% das explorações “engulam” 60% do total de apoios).

Certo é que esta realidade decorre, não da falta de potencialidades do país (as quais são abundantes), mas sim de concretização de políticas que têm promovido o abandono deste sector (como de outros, de resto), tornando-nos mais e mais dependentes do exterior e com um endividamento sempre crescente.

O PEV lançou, ao nível nacional uma campanha com vista a sensibilizar os cidadãos para a preferência de produtos nacionais e para o incentivo à multiplicidade de agricultura de pequena escala, que é sempre aquela que mais se compatibiliza com exigências ambientais e que melhor serve evoluções sociais.

Também na Assembleia da República, os Verdes apresentarão um projecto de lei que visa estabelecer a obrigatoriedade da presença de produtos alimentares portugueses nas grandes superfícies comerciais, através da fixação de uma quota que obrigue a grande distribuição a garantir o direito dos consumidores à compra de produtos locais e o direito ao escoamento dos produtores nacionais.

É tempo de revitalizar o mundo rural, é tempo de perceber que este país empobreceu quando destruiu o mundo rural e a agricultura, é tempo de perceber que a agricultura é determinante para a redinamização da nossa economia. Mas é preciso que se perceba, igualmente, que não há agricultura sem agricultores. É tempo, pois, de que estes sejam respeitados e dignificados.

A crónica da deputada de "Os Verdes", Heloísa Apolónia, publicada em http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=14994

segunda-feira, 20 de junho de 2011

NOVO OUTDOOR DE "OS VERDES"




O novo outdoor do Partido Ecologista “Os Verdes”, em defesa da produção nacional e da soberania alimentar, pode ser visto a partir de hoje, 20 de Junho, em todo o país.

Com esta campanha, “Os Verdes” pretendem reforçar a necessidade urgente de promover e apoiar a produção nacional e o consumo local e ainda alertar para a absoluta necessidade de Portugal reduzir a sua dependência externa, em termos alimentares.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Os Verdes" visitaram a Feira Nacional da Agricultura em Santarém

A delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, composta pelo Deputado José Luís Ferreira e pelos dirigentes nacionais Francisco Madeira Lopes e Sónia Colaço (do Colectivo Regional de Santarém),  esteve hoje presente na Feira Nacional da Agicultura em Santarém. Durante a visita foi possível conhecer novas tecnologias aplicadas à agricultura, conversar com diversos intervenientes, desde os empresários de maquinarias, de laboratórios de análises, aos promotores de turismo e agricultores.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

PARA “OS VERDES” BACTÉRIA E.COLI REQUER PREVENÇÃO E NÃO AS MENTIRAS

O Partido Ecologista “Os Verdes” acusa o actual Ministro da Agricultura e cabeça de lista do PS ao distrito de Santarém, António Serrano, de mentir hoje aos portugueses quando afirmou em declarações aos Órgãos de Comunicação Social a propósito da detecção da bactéria e.coli em pepinos, que Portugal não importava produtos hortícolas dessa natureza da Europa.

Manuela Cunha dirigente de “Os Verdes” e cabeça de lista da CDU pelo Distrito de Bragança afirma que essas declarações do Ministro não correspondem à verdade pois Portugal importa e muito hortícolas deste e de outros tipos de Marrocos e também da Europa, nomeadamente da vizinha Espanha.

Estas declarações do ministro foram também contrariadas pela ASAE que tornou público o resultado das análises realizadas a pepinos espanhóis, retidos num armazém em Portugal, para detectar a presença da bactéria e.coli deram resultado negativo.

“Os Verdes” compreendem que não se deve alarmar os cidadãos, mas isso não deve ser motivo para não se dizer a verdade principalmente quando estão em causa medidas de prevenção que devem ser tomadas no sentido de garantir a Segurança Alimentar.